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Entenda de vez o que são as varizes e saiba quais são as opções de tratamento mais modernas e seguras.

 

Tem umas pequenas veias que aparecem em sua perna? Umas ramificações roxas, que talvez possam ser dolorosas? Alguém já indicou um “vasinho” em sua perna? Se respondeu sim, muito provavelmente, você tem varizes.

Varizes é o termo correto para as veias danificadas que estão próximas da superfície da pele. Muitas vezes você pode enxergá-las e por isso inúmeras pessoas relacionam o tratamento como um procedimento restritamente estético.

Mas as varizes também causam dores, cansaço e podem indicar outras complicações em seu sistema circulatório. Portanto, é preciso ficar atento. O profissional que cuida desta especialidade é o médico angiologista.

É importante você saber que as varizes não acontecem somente na perna. Veias roxas e azuladas podem aparecer em outros lugares, inclusive no corpo masculino. Ambos os sexos precisam procurar atenção médica.

Para entender melhor o que são varizes?

O sistema circulatório é formado pelo nosso coração, artérias, veias e capilares. Um complexo que funciona perfeitamente para a irrigação sanguínea de nossos órgãos.

Os batimentos cardíacos impulsionam o sangue para todo o corpo através das artérias. Para que o sangue retorne ao coração, são as veias que entram em ação.

As válvulas existentes nas veias se abrem quando andamos, mas quando estamos em repouso, as válvulas se fecham para evitar o refluxo do sangue de volta às pernas.

Se a válvula não funcionar perfeitamente, há um refluxo do sangue, ou seja, o sangue que deveria ter retomado para o coração, acaba por voltar e ficar acumulado na veia, desta forma temos a formação das varizes.

Por que foi aparecer estas varizes aqui?

As varizes estão relacionadas à propensão genética e a hereditariedade, porém elas também estão intimamente ligadas aos hábitos de vida. Ficar muito tempo de pé ou sentado, obesidade, uso de hormônios (anticoncepcionais e terapia de reposição hormonal), gravidez, sedentarismo e tabagismo também são elencados como possíveis causas do aparecimento das varizes.

A sua alimentação também faz diferença em todo o seu sistema circulatório o que inclui o aparecimento ou não das varizes. É recomendável uma dieta baseada em alimentos ricos em fibras, vitamina C e vitamina B. Além, é claro, da atividade física que estimula a circulação sanguínea. São recomendados exercícios aeróbicos, como caminhada, ciclismo e também a hidroginástica.

Vasinhos e varizes: qual a diferença?

Aquela aparência de um emaranhado de fios, avermelhados ou levemente roxos, bem próximos um do outro e visíveis a olho nu reflete a existência dos vasinhos. Eles permanecem na pele, então são superficiais, por isto é possível tratá-los com injeção de produtos específicos.

As varizes estão um pouco mais profundas – ficam embaixo da pele. Elas possuem um diâmetro maior e seu tratamento necessita de mais técnicas. Hoje existem soluções pouco invasivas e altamente eficazes.

Como tratar as varizes?

Até bem pouco tempo, a cirurgia vascular aberta era bem mais comum. Apesar do seu método eficiente, este procedimento necessita de mesa cirúrgica, sedação e repouso mínimo de sete dias.

Em muitos casos, o angiologista pode indicar métodos menos invasivos, como o uso da meia compressora ou a intervenção através do lazer endovenoso, via cateter com fibra ótica, que causa a inativação da veia prejudicada.

Procedimentos ainda mais modernos podem ser utilizados. Na clínica Angiocenter há a possibilidade do tratamento via CLaCS (Cryo-laser & Cryoescleroterapia) que é um procedimento de oclusão de varizes e vasinhos, mais rápido e menos dolorido que os tradicionais, com menos risco aos pacientes. Sua inovação principal está em associar os métodos, tais como laser transdérmico, escleroterapia por glicose hipertônica e anestesia tópica com jato de ar gelado sobre a pele.

A clínica AngioCenter também já realiza o tratamento com espuma. O polidocanol é uma substância indolor que ao ser injetada como espuma ocupa todo o espaço do vaso, o inutilizando e, assim, acaba por exterminar a varize.

Cada particularidade deve ser identificada por um médico angiologista para que ele possa indicar o melhor tratamento e acompanhar os resultados de cada procedimento.


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Todo mundo sabe que o estresse causado por problemas financeiros, no trabalho, ou de relacionamento pode aumentar o risco de problemas cardíacos. Afinal, quem nunca ouviu em um momento de nervoso o famoso conselho: “se acalme ou você vai ter um treco”?

Agora, pesquisadores finalmente conseguiram explicar o que liga uma coisa a outra. E a resposta está nas células do sistema imunológico que circulam no sangue.

Estudos epidemiológicos mostram que pessoas submetidas a grandes estresses – como as que trabalham por muitas horas – têm mais chances de desenvolver arteriosclerose, que é o acúmulo de placas de gordura no interior dos vasos sanguíneos.

Além de gordura e colesterol, as placas têm monócitos e neutrófilos, células do sistema imunológico que causam a inflamação das paredes dos vasos sanguíneos. Quando essas placas se soltam das paredes onde estão fixadas, elas podem bloquear outros lugares e, assim, levar a um acidente vascular cerebral (AVC) ou a um ataque cardíaco.

O pesquisador Matthias Nahrendorf, da escola de medicina de Harvard, descobriu isso ao estudar o efeito do trabalho em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) de médicos residentes. Amostras de sangue coletadas nos momentos em que os jovens médicos estavam mais estressados apresentavam os mais altos níveis de monócitos e neutrófilos.

Então, para saber se esses glóbulos brancos eram a ligação que faltava entre stress e o acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos (arteriosclerose), ele fez um experimento com ratos. Junto com uma equipe de pesquisadores, Nahrendorf expôs os ratos a situações estressantes por 6 semanas. Assim como os médicos residentes, os ratos estressados apresentaram níveis elevados de monócitos e neutrófilos no sangue.

A explicação: o estresse crônico aumenta a concentração do hormônio noradrenalina no sangue. A noradrenalina, por sua vez, se liga a uma proteína receptora das células tronco da medula óssea. Como resultado, o ambiente químico da medula óssea muda e há um aumento na atividade dos glóbulos brancos produzido pelas células tronco.

“Faz sentido que o estresse acorde essas células de imunidade, porque uma produção aumentada de leucócitos prepara você para o perigo, como em uma luta, onde você pode ser ferido”, explica o pesquisador.

Já com stress crônico a história é diferente, já que não há uma ferida ou infecção para despertar as células. Nos ratos com estresse crônico, as placas com acúmulo de gordura pareciam estar mais propensas a romper e causar um ataque cardíaco ou um AVC.

No entanto, quando os cientistas bloquearam a proteína receptora, os ratos estressados não apenas apresentaram menos placas perigosas como também tiveram o número de glóbulos brancos reduzidos – o que põe a tal proteína como o link que faltava entre estresse e arteriosclerose.

A descoberta é importante porque pode levar ao desenvolvimento de novos remédios para prevenir doenças cardiovasculares. Além disso, os médicos podem usar a contagem de glóbulos brancos para medir o risco de um paciente ter um ataque cardíaco ou AVC.

Fonte: revista Science


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Entenda o porquê dos procedimentos endovasculares serem considerados menos arriscados nas intervenções cirúrgicas.

 

Se você foi identificado com alguma doença em seu sistema circulatório, como o aneurisma, muito provavelmente seu médico poderá lhe indicar uma intervenção cirúrgica por meio de técnicas endovasculares.

Esta é uma subespecialidade da cirurgia vascular em que se realiza a intervenção em artérias e veias, utilizando cateteres e guias, manipulados à distância e monitorados por telas (monitores).

O procedimento é feito mais comumente pelo cateterismo (punção) dos vasos ou ainda pequenas incisões cirúrgicas, preferencialmente na virilha (acesso femoral) ou no membro superior, sob anestesia local.

Estes procedimentos endovasculares são realizados na sala de hemodinâmica ou em um centro de cirúrgico exclusivo e inteiramente apto à intervenção. Sempre há o acompanhamento do anestesiologista, profissional dedicado a sedação controlada do paciente.

As doenças mais comuns para serem tratadas com as técnicas endovasculares

As patologias arteriais tratadas são as obstrutivas, conhecidas como obstrução à passagem do sangue ou as dilatações (aneurismas). Para as obstruções utiliza-se o cateter-balão e os “stents” (pequena estrutura metálica usada para manter o vaso no calibre desejado) e para o tratamento dos aneurismas as endopróteses, que são tubos de plástico colocados por dentro da artéria.

As doenças venosas, como as flebites, também podem ser tratadas pela técnica em que, através do cateter, injeta-se uma substância que atua dissolvendo os trombos formados, possibilitando a recanalização do vaso.

Para as varizes, a cirurgia é a técnica de escolha, mas cada vez mais se estudam outras maneiras de se prevenirem as varizes (como a colocação de válvulas venosas para impedir o refluxo) e a cirurgia endovascular pode apresentar uma boa alternativa.

Benefícios das técnicas endovasculares

A cirurgia endovascular tem como objetivos principais minimizar a agressividade cirúrgica, evitando-se as grandes incisões e as cicatrizes. Com isto diminui o tempo da intervenção, reduz o tempo de internação e as possibilidades de contaminação, bem como os custos hospitalares são, em geral, menores.

Até a década de 90, poucas intervenções ocorriam de maneira endovascular. A cirurgia aberta era a mais comum e condizente com a formação profissional e as tecnologias correspondentes.

Muito rapidamente, foram aprimoradas as técnicas endovasculares e o mundo reinventou a maneira de tratar as patologias do sistema circulatório. O paciente ganha em tratamentos mais rápidos e seguros, o que lhe permite provavelmente retomarem suas atividades do dia a dia com plena qualidade de vida.

 


Clínica ANGIOCENTER
Especializada em cirurgia vascular e endovascular. Contamos com um corpo clínico de especialistas preparados para melhor lhe atender.

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